
sexta-feira, 30 de março de 2012
quinta-feira, 29 de março de 2012
Museu do Combate Farroupilha
A família de Zeméco, agradece sensibilizada pela distinção post mortem ao artista plástica nortense. E também agradece todo o reconhecimento que José Américo Roig recebeu em vida, em especial, do Instituto Histórico de São José do Norte.
Fonte:
Postado por José Antonio Klaes Roig
http://olharvirtual.blogspot.com.br/2011/10/cartaz-ataque-sao-jose-do-norte.html#links
terça-feira, 27 de março de 2012
segunda-feira, 26 de março de 2012
Canto Campeiro encerra inscrições nesta quarta-feira
O festival de música regionalista, 1º
Canto Campeiro, tem data de
realização nos dias 13, 14 e 15 de abril de 2012, no Parque de Eventos da ETA –
Escola Técnica de Agricultura, em Viamão/RS.
O prazo de inscrições encerra, nesta quarta-feira, dia 28 de março de
2012, impreterivelmente. As composições deverão ser encaminhadas, conforme
regulamento para a produtora cultural Jandira
Moraes, Rua Oliveira Lopes, 172, Bairro Sarandi, CEP 91120-430, Porto Alegre/RS.
O evento, realizado pela produtora cultural Jandira Moraes, conta com
apoio da Lei de Incentivo à Cultura, através da Secretaria de Estado do Rio
Grande do Sul. Vai selecionar doze composições inéditas para apresentação em
palco e para as quais será oferecido a título de premiação de classificação a
cada uma o valor de R$ 1.000,00. Aos vencedores serão oferecidos troféus como
premiação simbólica.
Veja regulamento completo em http://www.nativismo.com.br/regulamentos.php
INFORMAÇÕES POR
TELEFONE:
Jose Estivalet – 51
9971 7694 – 51 9669 4781
Financiamento:
![]() | ||
Regulamento Completo
domingo, 25 de março de 2012
O QUE ESPERAMOS DO FILME O TEMPO & O VENTO BASEADO NO ROMANCE HOMÔNIMO DE ÉRICO VERISSIMO.
Por João Sampaio.
O Facebook e as redes sociais foram inundados
por manifestações veementes e indignadas contra a performance da XUXA em mais um programa global,onde
com um sotaque exageradamente caricatural,teria ofendido os suscetíveis e
excelsos brios do nosso Rio Grande do Sul.
Seguidamente
acontecem injustiças muito mais virulentas e devastadoras contra o nosso
patrimônio cultural e ninguém protesta e nem tampouco se insurge com a mesma
veemência do caso da XUXA. E não
estou defendendo ela,muito pelo contrário,quem renega as suas origens,realmente
não merece o nosso respeito.
Mais de uma vez a grande mídia, de maneira artificial e postiça,lá nos grandes veículos e redes onde são fabricados os falsos sucessos,gestados nas poderosas e mercantilistas oficinas da comunicação de massa,perpetrou verdadeiras injustiças,altamente desrespeitosas para com a cultura do nosso povo e da nossa terra,contra os quais me insurgi solitariamente na época e sobre os quais não posso deixar de voltar a me manifestar: Quando transformaram em minissérie(lá na década de 80 do século passado) o romance O TEMPO & O VENTO,que resgata a saga do povo gaúcho,não sei se por razões mercadológicas ou subalternas, na trilha sonora da mesma, não teve sequer UMA música com temática e intérprete genuinamente gaúcho. Na ocasião a trilha sonora foi feita pelo grande TOM JOBIM e com todo o respeito reverente que devotamos a sua genialidade ,a música dele não tem nada a ver conosco e muito menos com a nossa História.
Mas ninguém protestou e isso passou,como tudo passa nesta vida.
E aí?
Mais de uma vez a grande mídia, de maneira artificial e postiça,lá nos grandes veículos e redes onde são fabricados os falsos sucessos,gestados nas poderosas e mercantilistas oficinas da comunicação de massa,perpetrou verdadeiras injustiças,altamente desrespeitosas para com a cultura do nosso povo e da nossa terra,contra os quais me insurgi solitariamente na época e sobre os quais não posso deixar de voltar a me manifestar: Quando transformaram em minissérie(lá na década de 80 do século passado) o romance O TEMPO & O VENTO,que resgata a saga do povo gaúcho,não sei se por razões mercadológicas ou subalternas, na trilha sonora da mesma, não teve sequer UMA música com temática e intérprete genuinamente gaúcho. Na ocasião a trilha sonora foi feita pelo grande TOM JOBIM e com todo o respeito reverente que devotamos a sua genialidade ,a música dele não tem nada a ver conosco e muito menos com a nossa História.
Mas ninguém protestou e isso passou,como tudo passa nesta vida.
E aí?
Aí que
passado mais algum tempo,o raio caiu de novo no mesmo lugar,causou o mesmo
estrago e novamente ninguém protestou.
Quando foi isso?
Foi durante outra minissérie, A CASA DAS SETE MULHERES,que teve todo o apoio logístico e publicitário do Governo do Estado de então e NOVAMENTE NENHUMA MÚSICA na trilha sonora. A única música com temática mais aproximada com a nossa digital foi MERCEDITAS,um chamamé argentino. Cantado por quem? Ora pela grande GAL COSTA,com aquele estupendo,natural e perfumado sotaque gaudério da nossa mulher gaúcha!!!
Quando foi isso?
Foi durante outra minissérie, A CASA DAS SETE MULHERES,que teve todo o apoio logístico e publicitário do Governo do Estado de então e NOVAMENTE NENHUMA MÚSICA na trilha sonora. A única música com temática mais aproximada com a nossa digital foi MERCEDITAS,um chamamé argentino. Cantado por quem? Ora pela grande GAL COSTA,com aquele estupendo,natural e perfumado sotaque gaudério da nossa mulher gaúcha!!!
Apenas para comparar: Já imaginaram se ao fazerem uma minissérie na e
sobre a Bahia,baseada em um romance do grande JORGE AMADO,além de não ter uma música sequer baiana,ainda
colocassem no lugar da IVETE SANGALO,do CAETANO VELOSO,do GILBERTO
GIL,da DANIELA MERCURY e de
outros luminares da rica e multifacetada musicalidade baiana, o JUCA GAUDÉRIO para cantar LA CUMPARSITA? Pois,resguardada a proporção,foi
exatamente o que aconteceu aqui. Com a cumplicidade silenciosa e omissa da
nossa classe artística e das
instituições culturais do Estado na época
Agora corremos o risco de o raio cair(se isso acontecer,que esperamos
que não,terá que ir para o GUINESS!)
pela terceira vez no mesmo lugar.
O TEMPO & O VENTO,o romance cíclico e épico sobre a saga da PÁTRIA GAÚCHA,vai virar filme e terá a direção do competente JAYME MONJARDIM,o mesmo que dirigiu A CASA DAS SETE MULHERES.
Desejamos ao MONJARDIM ,ao elenco e a sua equipe todo o sucesso,nessa empreitada em mostrar para o Brasil e o mundo como foi forjado O VERDADEIRO HOMEM GAÚCHO aqui do garrão da Pátria Brasileira.
Esperamos igualmente,que além de retratarem com FIDEDGNA FIDELIDADE,a nossa indumentária,a nossa gastronomia,a nossa culinária,os nossos usos e costumes, a densidade sociológica da nossa gente,o nosso inconfundível sotaque,RESPEITEM também o nosso brio e a NOSSA MÚSICA feita pelo nosso povo ,que deve estar atento e em prontidão,para protestar democraticamente,com a mesma veemência e rigor com que o fez em relação a XUXA.
O TEMPO & O VENTO,o romance cíclico e épico sobre a saga da PÁTRIA GAÚCHA,vai virar filme e terá a direção do competente JAYME MONJARDIM,o mesmo que dirigiu A CASA DAS SETE MULHERES.
Desejamos ao MONJARDIM ,ao elenco e a sua equipe todo o sucesso,nessa empreitada em mostrar para o Brasil e o mundo como foi forjado O VERDADEIRO HOMEM GAÚCHO aqui do garrão da Pátria Brasileira.
Esperamos igualmente,que além de retratarem com FIDEDGNA FIDELIDADE,a nossa indumentária,a nossa gastronomia,a nossa culinária,os nossos usos e costumes, a densidade sociológica da nossa gente,o nosso inconfundível sotaque,RESPEITEM também o nosso brio e a NOSSA MÚSICA feita pelo nosso povo ,que deve estar atento e em prontidão,para protestar democraticamente,com a mesma veemência e rigor com que o fez em relação a XUXA.
Esperamos ,de espírito desarmado como
é próprio do gaúcho, Dom JAYME MONJARDIM,que tantas vinculações tem com o nosso
povo e a nossa terra,que além de ser filho de uma artista referencial na música
brasileira,de ter sido casado com a gaúcha DANIELA ESCOBAR,vizinha aqui da
lindeira São Franscisco de Borja, que consigas com qualidade e honestidade
cultural e artística, transpor para a tela a obra-prima do nosso grande ÉRICO
VERISSIMO(tão grande e vasto quanto a
sua obra!) SEM AS SIMPLIFICAÇÕES GROSSEIRAS e AS MUTILAÇÕES das duas outras vezes anteriores.
Sejam benvindos,JAYME MONJARDIM,FERNANDA MONTENEGRO,THIAGO LACERDA, CLEÓ PIRES e todo o elenco bem como técnicos e equipe de apoio.
Nós,antropólogos intuitivos da herança cultural deste sul do Brasil,vamos continuar aqui na barranca da fronteira,de cavalo encilhado e lança afiada,para, se preciso,protestar e n os insurgirmos com a mesma galhardia e guapeza,do nosso antepassado farrapo que com seu suor e seu sangue,tornou,por opção patriótica,este chão Brasil,pois também acreditamos(parafraseando JOSÉ MARTÍ) que um povo SÓ É DONO DO SEU DESTINO QUANDO FOR TAMBÉM DA SUA CULTURA!
Sejam benvindos,JAYME MONJARDIM,FERNANDA MONTENEGRO,THIAGO LACERDA, CLEÓ PIRES e todo o elenco bem como técnicos e equipe de apoio.
Nós,antropólogos intuitivos da herança cultural deste sul do Brasil,vamos continuar aqui na barranca da fronteira,de cavalo encilhado e lança afiada,para, se preciso,protestar e n os insurgirmos com a mesma galhardia e guapeza,do nosso antepassado farrapo que com seu suor e seu sangue,tornou,por opção patriótica,este chão Brasil,pois também acreditamos(parafraseando JOSÉ MARTÍ) que um povo SÓ É DONO DO SEU DESTINO QUANDO FOR TAMBÉM DA SUA CULTURA!
Como me disse um paisano
Filho de um pago feliz
Numa sentença criolla
Que eu repito e peço bis:
“BIENVENIDOS LOS DE AFUERA
SE RESPETAN MI PAÍS!!!!!!!!!!!!!!!”
Itaqui(RS),23 de Março de 2012.
sexta-feira, 23 de março de 2012
Coruja da Canção aceita todos os gêneros musicais
O II Coruja da Canção, promovido pela
administração municipal da cidade de Capão da Canoa, é um festival que aceita
concorrentes de todos os gêneros musicais. Todavia, o fato do regulamento
aceitar todos os gêneros, não quer dizer que haja rejeição a canções mais
tradicionais. O objetivo é mesclar todos os estilos num só festival como já
aconteceu na primeira edição, a qual contou com trabalhos de nuances diferentes
da nativista concorrendo em igualdade de condições com os temas nativistas
urbanos e campeiros.
O festival “II Coruja da Canção – Capão da Canoa - RS”,
aceita inscrições na fase geral, de compositores de qualquer cidade do
território nacional, sendo que no mínimo um dos autores deva ser natural ou
residente no Rio Grande do Sul; na fase regional, sendo que no mínimo um dos
compositores deva ser natural ou residente em um dos municípios da região
litoral norte do Rio Grande do Sul; na fase municipal, sendo que no mínimo um
dos compositores deva ser natural ou residente em Capão da Canoa. Vai selecionar
07 músicas na fase geral, 07 músicas na fase regional e 06 músicas na fase
municipal que passam a concorrer com igualdade de condições, independente de
gênero musical, fase e/ou origem.
Cada música selecionada vai receber
uma ajuda de custo como premiação de classificação no valor de R$ 1.300,00 (hum
mil e trezentos reais) e, para cada uma das 12 composições finalistas mais R$
200,00 (duzentos reais) referente aos direitos autorais e de imagem.
Os prêmios instituídos pela comissão organizadora do festival
“II Coruja da Canção” são de troféus e os seguintes valores:
-
1º
Lugar: R$
2.500,00 (dois mil e quinhentos reais);
-
2º
Lugar: R$
2.000,00 (dois mil reais);
-
3º
Lugar: R$
1.000,00 (hum mil reais);
-
Melhor
Intérprete: R$
1.000,00 (hum mil reais);
-
Música
Mais Popular: R$ 1.000,00 (hum mil reais);
-
Melhor
Arranjo Instrumental: R$ 500,00 (quinhentos reais);
As INSCRIÇÕES devem estar em poder Secretaria de Turismo, Industria e Comércio da Prefeitura Municipal de Capão
da Canoa – RS, Av. Paraguassú , 1881 –
4º. Andar – Centro – CEP: 95.555.000
até o dia 09/04/2012, às 17h,
impreterivelmente.
O
evento vai acontecer nos dias 20, 21 e 22 de abril de 2012 no Ginásio
Municipal Otto Birlen, com belos espetáculos da mesma abrangência do festival.
REGULAMENTO
http://www.4shared.com/office/tzt03v-k/file.html?refurl=d1urlREGULAMENTO
Cleo Pires viverá Ana Terra em adaptação de O Tempo e o Vento
Atriz de 29 anos viverá no filme de Jayme Monjardim a mesma
personagem que sua mãe, Glória Pires, encarnou em serie de TV
Foto: Luis Alvarenga / Agência Glogo
Cleo Pires será Ana Terra em filme de Jayme MonjardimFoto:
Luis Alvarenga / Agência Globo
Está definido: Cléo Pires será Ana Terra emO Tempo e o Vento do
diretor Jayme Monjardim. A personagem feminina mais marcante da trilogia de
Erico Verissimo já fora interpretada pela mãe da atriz, Glória Pires, na
minissérie homônima que a TV Globo levou ao ar em 1985.
Cléo, 29 anos, se junta a Thiago Lacerda (Capitão Rodrigo), Fernanda Montenegro (Bibiana em sua fase mais madura), Marjorie Estiano (Bibiana jovem), além de Rafael Cardoso, Vanessa Lóes, Miguel Ramos e Nelson Diniz, entre outros, no elenco do longa-metragem que começa a ser rodado no mês que vem no Rio Grande do Sul. Será dirigida pelo realizador que a escalou para seu primeiro papel de destaque na televisão – em América, novela exibida em 2005.
Cléo surgiu, mesmo, um pouco antes, na adaptação do roamnce Benjamin de Chico Buarque dirigida por Monique Gardenberg e lançada em 2004. Interpretando as duas mulheres que fizeram a cabeça de um antigo modelo fotográfico vivido por Paulo José, ela causou furor e logo se tornou uma das atrizes mais desejadas do país. O Tempo e o Vento será o quinto longa de sua carreira – os outros foram Meu Nome Não É Johnny (2008), Lula, o Filho do Brasil (2010), que é estrelado por Glória Pires, e a comédia romântica Qualquer Gato Vira-Lata (2011).
— Nunca tive dúvidas de que Cléo seria uma estrela — diz Monjardim, lembrando da opção pela atriz para viver a Lurdinha, adolescente que se envolvia com um homem mais velho (Edson Celulari) em América.
O diretor desembarca em Porto Alegre no dia 8 de março – menos de uma semana depois do término da novela A Vida da Gente, cujas gravações ele comanda no Rio de
Janeiro. Deve fixar-se no Sul até o encerramento das filmagens, que serão realizadas em cinco locações do interior gaúcho – o que inclui uma Santa Fé cenográfica, que está quase pronta na região de Bagé.
Sua adaptação de O Tempo e o Vento, que tem roteiro assinado por Leticia Wierzchowski e Tabajara Ruas, dará conta apenas dos acontecimentos registrados em O Continente, o primeiro dos livros da trilogia de Erico Verissimo. Embora a linha de frente do elenco esteja definida com a escolha de Cléo Pires, anunciada ontem, a seleção de figurantes deve prosseguir até perto do primeiro grito de "ação".
MÃE E FILHA
Cléo Pires já interpretou a mesma personagem que a sua mãe antes. Foi em Memorial de Maria Moura, que Jorge Furtado e Carlos Gerbase adaptaram da obra de Rachel de Queiroz. A minissérie foi levada ao ar pela TV Globo em 1994, quando Cléo tinha 11 anos de idade. Ela apareceu em apenas um capítulo, vivendo a personagem-título
quando criança – a Maria Moura adulta, protagonista da história, era vivida por Glória Pires.
Cléo, 29 anos, se junta a Thiago Lacerda (Capitão Rodrigo), Fernanda Montenegro (Bibiana em sua fase mais madura), Marjorie Estiano (Bibiana jovem), além de Rafael Cardoso, Vanessa Lóes, Miguel Ramos e Nelson Diniz, entre outros, no elenco do longa-metragem que começa a ser rodado no mês que vem no Rio Grande do Sul. Será dirigida pelo realizador que a escalou para seu primeiro papel de destaque na televisão – em América, novela exibida em 2005.
Cléo surgiu, mesmo, um pouco antes, na adaptação do roamnce Benjamin de Chico Buarque dirigida por Monique Gardenberg e lançada em 2004. Interpretando as duas mulheres que fizeram a cabeça de um antigo modelo fotográfico vivido por Paulo José, ela causou furor e logo se tornou uma das atrizes mais desejadas do país. O Tempo e o Vento será o quinto longa de sua carreira – os outros foram Meu Nome Não É Johnny (2008), Lula, o Filho do Brasil (2010), que é estrelado por Glória Pires, e a comédia romântica Qualquer Gato Vira-Lata (2011).
— Nunca tive dúvidas de que Cléo seria uma estrela — diz Monjardim, lembrando da opção pela atriz para viver a Lurdinha, adolescente que se envolvia com um homem mais velho (Edson Celulari) em América.
O diretor desembarca em Porto Alegre no dia 8 de março – menos de uma semana depois do término da novela A Vida da Gente, cujas gravações ele comanda no Rio de
Janeiro. Deve fixar-se no Sul até o encerramento das filmagens, que serão realizadas em cinco locações do interior gaúcho – o que inclui uma Santa Fé cenográfica, que está quase pronta na região de Bagé.
Sua adaptação de O Tempo e o Vento, que tem roteiro assinado por Leticia Wierzchowski e Tabajara Ruas, dará conta apenas dos acontecimentos registrados em O Continente, o primeiro dos livros da trilogia de Erico Verissimo. Embora a linha de frente do elenco esteja definida com a escolha de Cléo Pires, anunciada ontem, a seleção de figurantes deve prosseguir até perto do primeiro grito de "ação".
MÃE E FILHA
Cléo Pires já interpretou a mesma personagem que a sua mãe antes. Foi em Memorial de Maria Moura, que Jorge Furtado e Carlos Gerbase adaptaram da obra de Rachel de Queiroz. A minissérie foi levada ao ar pela TV Globo em 1994, quando Cléo tinha 11 anos de idade. Ela apareceu em apenas um capítulo, vivendo a personagem-título
quando criança – a Maria Moura adulta, protagonista da história, era vivida por Glória Pires.
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