sexta-feira, 30 de março de 2012

Tiro de Laço do Cavalo Crioulo

Henrique Abero no Paiol Espaço Nativo

Joca Martins, Luiz Marenco e Adriano Alves"Indiatico"

2º Rodeio Estadual de Nova Santa Rita

quinta-feira, 29 de março de 2012

Confraria Nativista

XVII Rodeio Internacional do Mercosul

Tertúlia do Rastro Antigo

1º Rodeio de Trios

Leilão da Cabanha Reservada

Lucio Yanel no Atelier Coletivo

Museu do Combate Farroupilha

 

Homenagem a José Américo Roig, o Zeméco, com a reprodução da obra "Ataque a São José do Norte"; nova Placa do Museu do Combate Farroupilha de 16 de Julho de 1840, em São José do Norte, organizado pelo Instituto Histórico de SJN e do Ponto de Cultura Freguesias Litorâneas.
A família de Zeméco, agradece sensibilizada pela distinção post mortem ao artista plástica nortense. E também agradece todo o reconhecimento que José Américo Roig recebeu em vida, em especial, do Instituto Histórico de São José do Norte.
 

Fonte:
Postado por José Antonio Klaes Roig 

http://olharvirtual.blogspot.com.br/2011/10/cartaz-ataque-sao-jose-do-norte.html#links 

Curso de Fandango

Retratos de Bagé

Música a La Carte com Roberto Borges


segunda-feira, 26 de março de 2012

Canto Campeiro encerra inscrições nesta quarta-feira



O festival de música regionalista, Canto Campeiro, tem data de realização nos dias 13, 14 e 15 de abril de 2012, no Parque de Eventos da ETA – Escola Técnica de Agricultura, em Viamão/RS.
O prazo de inscrições encerra, nesta quarta-feira, dia 28 de março de 2012, impreterivelmente. As composições deverão ser encaminhadas, conforme regulamento para a produtora cultural Jandira Moraes, Rua Oliveira Lopes, 172, Bairro Sarandi, CEP 91120-430, Porto Alegre/RS.

O evento, realizado pela produtora cultural Jandira Moraes, conta com apoio da Lei de Incentivo à Cultura, através da Secretaria de Estado do Rio Grande do Sul. Vai selecionar doze composições inéditas para apresentação em palco e para as quais será oferecido a título de premiação de classificação a cada uma o valor de R$ 1.000,00. Aos vencedores serão oferecidos troféus como premiação simbólica.

Veja regulamento completo em http://www.nativismo.com.br/regulamentos.php
INFORMAÇÕES POR TELEFONE:
Jose Estivalet – 51 9971 7694 – 51 9669 4781

Financiamento:




Regulamento Completo


domingo, 25 de março de 2012

O QUE ESPERAMOS DO FILME O TEMPO & O VENTO BASEADO NO ROMANCE HOMÔNIMO DE ÉRICO VERISSIMO.


                                                                  

                                                                                                               Por João Sampaio.                               O Facebook e as redes sociais foram inundados por manifestações veementes e indignadas contra a performance da XUXA em mais um programa global,onde com um sotaque exageradamente caricatural,teria ofendido os suscetíveis e excelsos brios do nosso Rio Grande do Sul.
                              
                               Seguidamente acontecem injustiças muito mais virulentas e devastadoras contra o nosso patrimônio cultural e ninguém protesta e nem tampouco se insurge com a mesma veemência do caso da XUXA. E não estou defendendo ela,muito pelo contrário,quem renega as suas origens,realmente não merece o nosso respeito.

                                Mais de uma vez a grande mídia, de maneira artificial e postiça,lá nos grandes veículos e redes  onde são fabricados os falsos sucessos,gestados nas poderosas e mercantilistas oficinas da comunicação de massa,perpetrou verdadeiras injustiças,altamente desrespeitosas para com a cultura do nosso povo e da nossa terra,contra os quais me insurgi solitariamente na época e sobre os quais não posso deixar de voltar a me manifestar: Quando transformaram  em minissérie(lá na década de 80 do século passado) o romance O TEMPO & O VENTO,que resgata a saga do povo gaúcho,não sei se por razões mercadológicas ou subalternas, na trilha sonora da mesma, não teve sequer UMA música com temática e intérprete genuinamente gaúcho. Na ocasião a trilha sonora foi feita pelo grande TOM JOBIM e com todo o respeito reverente que devotamos a sua genialidade ,a música dele não tem nada a ver conosco e muito menos com a nossa História.



                                       Mas ninguém protestou e isso passou,como tudo passa nesta vida.

                                        E aí?
 
                                        Aí que passado mais algum tempo,o raio caiu de novo no mesmo lugar,causou o mesmo estrago e novamente ninguém protestou.

                                           Quando foi isso?

                                            Foi durante outra minissérie, A CASA DAS SETE MULHERES,que teve todo o apoio logístico e publicitário do Governo do Estado de então e NOVAMENTE NENHUMA MÚSICA na trilha sonora. A única música com temática mais aproximada com a nossa digital foi MERCEDITAS,um chamamé argentino. Cantado por quem? Ora pela grande GAL COSTA,com aquele estupendo,natural e perfumado sotaque gaudério da nossa mulher gaúcha!!!

                                              Apenas para comparar: Já imaginaram se ao fazerem uma minissérie na e sobre a Bahia,baseada em um romance do grande JORGE AMADO,além de não ter uma música sequer baiana,ainda colocassem no  lugar da IVETE SANGALO,do CAETANO VELOSO,do GILBERTO GIL,da DANIELA MERCURY e de outros luminares da rica e multifacetada musicalidade baiana, o JUCA GAUDÉRIO para cantar LA CUMPARSITA? Pois,resguardada a proporção,foi exatamente o que aconteceu aqui. Com a cumplicidade silenciosa e omissa da nossa classe artística  e das instituições culturais do Estado na época

                                               Agora corremos o risco de o raio cair(se isso acontecer,que esperamos que não,terá que ir para o GUINESS!) pela terceira vez no mesmo lugar.

                                               O TEMPO & O VENTO,o romance cíclico e épico sobre a saga da PÁTRIA GAÚCHA,vai virar filme  e terá a direção do competente JAYME MONJARDIM,o mesmo que dirigiu A CASA DAS SETE MULHERES.

                                               Desejamos ao MONJARDIM ,ao elenco e a sua equipe todo o sucesso,nessa empreitada em mostrar para o Brasil e o mundo como foi forjado  O VERDADEIRO HOMEM GAÚCHO aqui do garrão da Pátria Brasileira.

                                                Esperamos igualmente,que além de retratarem com FIDEDGNA FIDELIDADE,a nossa indumentária,a nossa gastronomia,a nossa culinária,os nossos usos e costumes, a densidade sociológica da nossa gente,o nosso inconfundível sotaque,RESPEITEM também  o nosso brio e a NOSSA MÚSICA  feita pelo nosso povo ,que deve estar atento e em prontidão,para protestar democraticamente,com a mesma veemência e rigor com que o fez em relação a XUXA.
                                           Esperamos ,de espírito desarmado como é próprio do gaúcho, Dom JAYME MONJARDIM,que tantas vinculações tem com o nosso povo e a nossa terra,que além de ser filho de uma artista referencial na música brasileira,de ter sido casado com a gaúcha DANIELA ESCOBAR,vizinha aqui da lindeira São Franscisco de Borja, que consigas com qualidade e honestidade cultural  e artística, transpor para  a tela a obra-prima do nosso grande ÉRICO VERISSIMO(tão grande  e vasto quanto a sua obra!) SEM AS SIMPLIFICAÇÕES GROSSEIRAS e AS MUTILAÇÕES  das duas outras vezes anteriores.
                                               Sejam benvindos,JAYME MONJARDIM,FERNANDA MONTENEGRO,THIAGO LACERDA, CLEÓ PIRES e todo o elenco bem como técnicos e equipe de apoio.

                                               Nós,antropólogos intuitivos da herança cultural deste sul do Brasil,vamos continuar aqui na barranca da fronteira,de cavalo encilhado e lança afiada,para, se preciso,protestar e n os insurgirmos com a mesma galhardia e  guapeza,do nosso antepassado farrapo que com seu suor e seu sangue,tornou,por opção patriótica,este chão Brasil,pois também acreditamos(parafraseando JOSÉ MARTÍ) que um povo SÓ É DONO DO SEU DESTINO QUANDO FOR TAMBÉM DA SUA CULTURA!
                                         


                                                 Como me disse um paisano    
                                         Filho de um pago feliz
                                         Numa sentença criolla
                                         Que eu repito e peço bis:
                                         “BIENVENIDOS LOS DE AFUERA
                                          SE RESPETAN MI PAÍS!!!!!!!!!!!!!!!”

                                 Itaqui(RS),23  de Março de 2012.

sexta-feira, 23 de março de 2012

Coruja da Canção aceita todos os gêneros musicais




O II Coruja da Canção, promovido pela administração municipal da cidade de Capão da Canoa, é um festival que aceita concorrentes de todos os gêneros musicais. Todavia, o fato do regulamento aceitar todos os gêneros, não quer dizer que haja rejeição a canções mais tradicionais. O objetivo é mesclar todos os estilos num só festival como já aconteceu na primeira edição, a qual contou com trabalhos de nuances diferentes da nativista concorrendo em igualdade de condições com os temas nativistas urbanos e campeiros.
O festival “II Coruja da Canção – Capão da Canoa - RS”, aceita inscrições na fase geral, de compositores de qualquer cidade do território nacional, sendo que no mínimo um dos autores deva ser natural ou residente no Rio Grande do Sul; na fase regional, sendo que no mínimo um dos compositores deva ser natural ou residente em um dos municípios da região litoral norte do Rio Grande do Sul; na fase municipal, sendo que no mínimo um dos compositores deva ser natural ou residente em Capão da Canoa. Vai selecionar 07 músicas na fase geral, 07 músicas na fase regional e 06 músicas na fase municipal que passam a concorrer com igualdade de condições, independente de gênero musical, fase e/ou origem.
Cada música selecionada vai receber uma ajuda de custo como premiação de classificação no valor de R$ 1.300,00 (hum mil e trezentos reais) e, para cada uma das 12 composições finalistas mais R$ 200,00 (duzentos reais) referente aos direitos autorais e de imagem.
Os prêmios instituídos pela comissão organizadora do festival “II Coruja da Canção” são de troféus e os seguintes valores:
-            1º Lugar:                                            R$ 2.500,00 (dois mil e quinhentos reais);
-            2º Lugar:                                            R$ 2.000,00 (dois mil reais);
-            3º Lugar:                                            R$ 1.000,00 (hum mil reais);
-            Melhor Intérprete:                              R$ 1.000,00 (hum mil reais);
-            Música Mais Popular:                         R$ 1.000,00 (hum mil reais);
-            Melhor Arranjo Instrumental:             R$    500,00 (quinhentos reais);
As INSCRIÇÕES devem estar em poder Secretaria de Turismo, Industria  e Comércio da Prefeitura Municipal de Capão da Canoa – RS, Av. Paraguassú ,  1881 – 4º. Andar –  Centro – CEP: 95.555.000 até o dia 09/04/2012, às 17h, impreterivelmente.
O  evento vai acontecer nos dias 20, 21 e 22 de abril de 2012 no Ginásio Municipal Otto Birlen, com belos espetáculos da mesma abrangência do festival.

REGULAMENTO
http://www.4shared.com/office/tzt03v-k/file.html?refurl=d1url

Cleo Pires viverá Ana Terra em adaptação de O Tempo e o Vento

Atriz de 29 anos viverá no filme de Jayme Monjardim a mesma personagem que sua mãe, Glória Pires, encarnou em serie de TV

                                                         Foto: Luis Alvarenga / Agência Glogo

Cleo Pires será Ana Terra em filme de Jayme MonjardimFoto: Luis Alvarenga / Agência Globo
Está definido: Cléo Pires será Ana Terra emO Tempo e o Vento do diretor Jayme Monjardim. A personagem feminina mais marcante da trilogia de Erico Verissimo já fora interpretada pela mãe da atriz, Glória Pires, na minissérie homônima que a TV Globo levou ao ar em 1985.

Cléo, 29 anos, se junta a Thiago Lacerda (Capitão Rodrigo), Fernanda Montenegro (Bibiana em sua fase mais madura), Marjorie Estiano (Bibiana jovem), além de Rafael Cardoso, Vanessa Lóes, Miguel Ramos e Nelson Diniz, entre outros, no elenco do longa-metragem que começa a ser rodado no mês que vem no Rio Grande do Sul. Será dirigida pelo realizador que a escalou para seu primeiro papel de destaque na televisão – em América, novela exibida em 2005.

Cléo surgiu, mesmo, um pouco antes, na adaptação do roamnce Benjamin de Chico Buarque dirigida por Monique Gardenberg e lançada em 2004. Interpretando as duas mulheres que fizeram a cabeça de um antigo modelo fotográfico vivido por Paulo José, ela causou furor e logo se tornou uma das atrizes mais desejadas do país. O Tempo e o Vento será o quinto longa de sua carreira – os outros foram Meu Nome Não É Johnny (2008), Lula, o Filho do Brasil (2010), que é estrelado por Glória Pires, e a comédia romântica Qualquer Gato Vira-Lata (2011).

— Nunca tive dúvidas de que Cléo seria uma estrela — diz Monjardim, lembrando da opção pela atriz para viver a Lurdinha, adolescente que se envolvia com um homem mais velho (Edson Celulari) em América.

O diretor desembarca em Porto Alegre no dia 8 de março – menos de uma semana depois do término da novela A Vida da Gente, cujas gravações ele comanda no Rio de
Janeiro. Deve fixar-se no Sul até o encerramento das filmagens, que serão realizadas em cinco locações do interior gaúcho – o que inclui uma Santa Fé cenográfica, que está quase pronta na região de Bagé.

Sua adaptação de O Tempo e o Vento, que tem roteiro assinado por Leticia Wierzchowski e Tabajara Ruas, dará conta apenas dos acontecimentos registrados em O Continente, o primeiro dos livros da trilogia de Erico Verissimo. Embora a linha de frente do elenco esteja definida com a escolha de Cléo Pires, anunciada ontem, a seleção de figurantes deve prosseguir até perto do primeiro grito de "ação".

MÃE E FILHA
Cléo Pires já interpretou a mesma personagem que a sua mãe antes. Foi em Memorial de Maria Moura, que Jorge Furtado e Carlos Gerbase adaptaram da obra de Rachel de Queiroz. A minissérie foi levada ao ar pela TV Globo em 1994, quando Cléo tinha 11 anos de idade. Ela apareceu em apenas um capítulo, vivendo a personagem-título
quando criança – a Maria Moura adulta, protagonista da história, era vivida por Glória Pires.